Sejam bem vindos queridos leitores..
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Esse blog foi criado para você, que gosta de estar antenado nas novidades.
Aqui você encontra um pouquinho de tudo, para tornar sua vida menos estressante.
Espero que, seja mais uma ferramenta para combater a falta de interesse de ambas as partes e tambem várias dicas para se tornar uma pessoa mais feliz.
Conto tambem com a ajuda de vocês, sobre novos temas que gostariam de ver aqui...
de suas opiniões, elas são muito importante pra mim.;;
OBRIGADO.
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OBRIGADO.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
TÃO EU AGORA
“Estar sozinho é engraçado, louco, angustiante, libertário e triste, tal qual estar com alguém. No entanto, estar sozinho é absolutamente o oposto de estar com alguém. Estar sozinho é fechar as mãos no nada quando se atravessa a rua correndo e não se tem uma mão para segurar. É acordar sem saber o que será do dia porque planejar sozinho dá preguiça. É falar a coisa mais engraçada do mundo para alg
uém que não vai rir, porque ninguém te entende tão bem. É ficar louca sem cúmplice. Não tem graça ser fora da lei sozinho. É querer contar tanta coisa para alguém, mas para quem? A vida simplesmente acontece para quem está sozinho, às vezes sem que a gente perceba, pois é mais fácil ter noção de si mesmo através de outra pessoa. Estar sozinho é fazer dengo sozinho na cama, sem ninguém para apenas encaminhar o ombro um pouco mais perto. É comer doce demais porque sua boca precisa de um incentivo para continuar salivando vida. É comer doce demais porque estar sozinho dá uma tremedeira estúpida de hipoglicemia. É o doce que substitui mal e amargamente o sexo. Estar sozinho é dormir até tarde no domingo. Não para congelar o tempo na alegria, mas para fazer de conta que o tempo não existe. É conviver com a ansiedade de que você pode encontrar alguém especial a cada esquina, então você tenta ficar bonita. Mas seus olhos não mentem o cansaço da espera e a tristeza de estar solta, e você fica feia. É ter a sensação de que ninguém te olha, pelo menos não como você gostaria de ser olhada. Estar sozinha é estar solta e, no entanto, é estar amarrada ao chão porque nada te faz flutuar, sonhar, divagar. Estar sozinho, ou estar sozinha, pode acontecer com qualquer um. E você torce para que aconteça com a sua melhor amiga, ou com aquele homem que você gostaria de experimentar como uma pílula para a sua solidão. Estar sozinha é não suportar ouvir a palavra solidão porque ela faz sentido. E o sentido dela dói demais. Estar sozinho é ter uma risada nervosa, de quem segura um grito e um choro enquanto ri. Um riso falso para se convencer de que é possível ficar sozinho sem ficar deprimido. Estar sozinho é usar roupas provocantes sem se sentir sexy com elas. É conferir a caixa de e-mails com uma freqüência que beira a compulsão. É chorar do nada. É acordar do nada. É morrer de medo do nada que fica no estômago. Estar sozinho é uma coisa física, ou melhor, é a falta dela. Você se sente oco por dentro, por isso aquele respiro profundo de lamentação. É cogitar enlouquecer. O ombro pesa porque é tenso ficar sozinho. E porque não tem ninguém pra te fazer massagem também. Quando chove, venta, escurece, e você está sozinho, você lembra de Deus e do quanto é pequeno. Estar sozinho é se aproximar de Deus por piedade própria e não por agradecimento, que é o que nos faz aproximar Dele quando estamos amando. Estar sozinho é detestar ficar em casa. Ficar em casa sozinho, quando se está sozinho, é muita solidão. Então você sai, só para não ficar em casa sozinho. E descobre o quanto você é sozinho. E volta pra casa sozinho, e chora vendo fotos. Estar sozinho é implorar paixão e loucura com um olhar para o carro ao lado, segundos antes de você ver que ele não está sozinho. É trabalhar para passar o tempo e só conseguir escrever títulos, roteiros, spots e textos chatos, sem inspiração. É procurar um olhar pela rua e andar por aí com cara de louco. É estar pronta para algo novo e não agüentar mais dias iguais. É ocupar a vida de açúcar, intrigas, fofocas, encrencas. Aventuras tortas. É ocupar a vida dos outros com reclamações, lamentações, dúvidas e carências.
Resumindo: estar sozinho é triste, enche o saco dos outros e deve fazer mal para a saúde.”
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Amanhã eu recomeço...ou não!
Uma das piores coisas da vida é fingir. Fingimentos de qualquer espécie, ordem, tamanho, tipo, grau. Odeio fingir. Me sinto mal, me sinto atriz, me sinto fora de mim. Mas é necessário. De vez em quando é, acredite. As pessoas me elogiam, me amam, me querem bem. Que bom, fico feliz: obrigada. Obrigada mesmo, obrigada de verdade, obrigada, obrigada. Mas me dá licença, posso ficar na minha? Posso ficar sozinha? Posso ter o direito de estar triste? Não quero ficar sendo legal, quero meus cinco minutos de depressão profunda e solitária. Me deixe só com os meu pensamentos, com meu coração esmigalhado e com minha auto-estima do outro lado. Pensei em sumir. Desaparecer. Despistar. Fingir. Só que eu não vou. Vou me esforçar e acreditar que tudo vai ficar bem. A esperança nos mantém vivos, certo? A fé nos faz andar para a frente, certo? Então tá certo. Ficamos combinados dessa forma. Não espere poesia, linhas bem feitas, palavras bonitas. Simplesmente não posso. Agora não. Não sou de ferro. E está doendo. Você não entende a minha dor. Não quero explicar. Nem eu entendo. Sei que dói. Sei que queria você de volta. Sei que queria que tudo fosse do meu jeito. E meu jeito é certo? Não sei. Mas não me diga que a vida é assim, que ele não merece minhas lágrimas, que o mundo dá voltas e que o tempo cura. A vida não era pra ser assim, droga! Ele não merece minhas lágrimas? Mas eu preciso chorar! E quem disse que ele não merece? O mundo dá voltas, eu sei, mas para mim ele parou agora e nunca mais vai se mover. O tempo cura, benegripe cura, neosaldina cura. Mas demora. Me deixa ficar aqui. Sozinha. Ouvindo música. No escuro. (…) Amanhã eu recomeço. Ou não.”
Eu sei..
Eu sei, menina. Eu sei que você não gostaria de ser você nesse momento, pelo menos não esse “você” que todo mundo acha que conhece. Eu sei que é complicado. Que é angustiante. Eu sei, menina. Eu também me sinto assim. Eu sei que dá vontade de desistir, de jogar tudo pra alto, de dizer um sonoro “foda-se” para todo mundo. Eu sei. Eu sei que você quer fugir, quer ficar longe de tudo e de todos. Mas, ao mesmo tempo quer ficar perto dos seus amigos. Eu te entendo, menina. Eu entendo que muitas vezes você pensou em sair de casa, só com a roupa do corpo, em busca de paz. Em busca de você mesmo. Eu sei, menina. Eu sei o quanto essas lágrimas que você derrama, queimam por dentro. Eu sei que você se sente impotente, presa, amarrada, dilacerada… Eu sei, menina. Eu só te peço que não desista, não enquanto você ainda tem tanto pela frente. Tente, tente, e tente de novo. Por mais que machuque, as vezes as coisas não dão certo na primeira vez, mas quem sabe na segunda, ou na terceira? Limpa essas lágrimas, lava o rosto, levanta a cabeça. Não sorria se não tiver vontade. Mostre ao mundo o que você está sentindo, quem você é. Isso passa. E se não passar, você vai aprender a ser forte o suficiente pra aguentar tudo isso… Nós aprenderemos. Nós seremos fortes. Nós seremos felizes. Eu sei, menina. Eu sinto.
No amor..
“No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso… Já me senti ferido quando perdi a mulher por quem me apaixonei… Hoje estou convencido de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém… Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.”
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